O Anuário Brasileiro de Segurança
Pública 2026 responde a essa pergunta ao apresentar um retrato da categoria, revelando um profissional experiente, qualificado e que constrói carreira na segurança privada.
Embora a legislação exija Ensino Fundamental completo para o exercício da profissão, os dados mostram que a escolaridade dos vigilantes vai além desse requisito. Atualmente, 525.714 profissionais (79,4%) possuem Ensino Médio completo, enquanto mais de 35 mil vigilantes já cursam ou concluíram o Ensino Superior, demonstrando a evolução da qualificação profissional no setor.
A experiência também é uma das marcas da categoria. O maior grupo de trabalhadores está na faixa entre 40 e 49 anos, com 241.411 profissionais. Somados aos vigilantes com mais de 50 anos, eles representam mais de 62% da categoria, evidenciando uma profissão marcada pela experiência e pela permanência na carreira.
O anuário também revela uma transformação no perfil da categoria. A participação feminina segue em crescimento e as mulheres já representam 16% dos profissionais da segurança privada, sendo o grupo que mais cresceu no último ano.
Os dados confirmam que a segurança privada brasileira é formada por profissionais cada vez mais qualificados, experientes e preparados para atender às crescentes demandas de proteção de pessoas, patrimônios e serviços essenciais, consolidando o setor como uma atividade estratégica para o país.
Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026.