A representação dos trabalhadores ajustou a proposta: em vez de defender apenas a inclusão do calibre .38 TPC, a posição passa a ser pela possibilidade de utilização da pistola semiautomática em calibre de uso permitido pela legislação.
Na prática, o foco passa a ser o que representa a verdadeira modernização: garantir ao vigilante o acesso à pistola, sem deixar a categoria vinculada a um único calibre.
A discussão considera que pistola e calibre são conceitos diferentes. Enquanto a pistola é o tipo de arma, o calibre está relacionado à munição utilizada. O .38 TPC é mais recente, enquanto o .380 já possui maior variedade de modelos e fabricantes.
A proposta em debate prevê uma implantação gradativa, acompanhada de treinamento, capacitação contínua, procedimentos adequados e manutenção preventiva.
A CONTRASP, que levou o debate à CCASP por meio de seu presidente, João Soares, ficará responsável por consolidar o relatório final dos trabalhos para apreciação da Comissão.
Para o SEEVISSP, modernizar o armamento também precisa significar mais treinamento, tecnologia, segurança