A pistola calibre .38 TPC poderá passar a integrar as opções de armamento de uso permitido.

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A pistola calibre .38 TPC poderá passar a integrar as opções de armamento de uso permitido também para a vigilância patrimonial.

O assunto começou a ser analisado nesta quinta-feira (01), durante a primeira reunião do Grupo de Trabalho criado no âmbito da CCASP para discutir a modernização do armamento da atividade.

O primeiro encontro teve posicionamento positivo quanto à possibilidade de inclusão do calibre. A discussão terá continuidade na quarta-feira (07), quando outros representantes do setor patronal poderão se manifestar.

A CONTRASP participa do GT representando os trabalhadores e defende que os avanços trazidos pela modernização da segurança privada também alcancem o vigilante patrimonial.

O objetivo não é simplesmente substituir os armamentos existentes.
A discussão busca acrescentar a .38 TPC às possibilidades de armamento permitido para a vigilância patrimonial, oferecendo mais uma alternativa para a atividade caso a mudança seja aprovada e regulamentada.

Também foi debatida a necessidade de uma implementação gradativa, permitindo treinamento e atualização dos profissionais e adequação das empresas.

O SEEVISSP acompanha o debate e defende que novas tecnologias sejam acompanhadas de capacitação e melhores condições para quem está na linha de frente da segurança privada.