Sindicalize-se agora!
20 de setembro de 2018
MENU 11 3363.3310

24 de agosto de 2015

Imprimir

Vigilante de 43 anos morre baleado durante assalto a empresa de Limeira

Corpo do homem foi achado na manhã de sábado por colega de trabalho.
Suspeitos invadiram o local e levaram o celular e som do carro da vítima.

Um vigilante de 43 anos morreu durante um assalto a uma empresa de equipamentos industriais, na noite de sexta-feira (21), em Limeira (SP). A vítima foi encontrada na manhã deste sábado (22) dentro da companhia, que fica às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330), por um colega de trabalho. Imagens do circuito de segurança do local flagraram o momento em que cinco suspeitos arrombam o portão e atiram no homem. Ele estava desarmado.
De acordo com a Polícia Militar, os cinco suspeitos, dois deles armados, entraram na guarita onde o vigilante estava por volta das 22h. Os criminosos atiraram contra ele e um dos disparos atingiu a região do abdômen da vítima. A empresa estava vazia e o homem fazia a segurança do local sozinho. Ninguém foi preso.
A polícia ainda informou que nada foi roubado da empresa. Os ladrões levaram apenas o celular e o som do carro do vigilante. O caso foi registrado como latrocínio, que é roubo seguido de morte. É a segunda ocorrência deste tipo no ano em Limeira, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP).O guarda municipal José Reinaldo Batista afirmou que acredita que o vigilante ficou agonizando por 30 minutos após ser atingido, saiu da guarita para procurar ajuda, mas não resistiu. “Pelo local que ele foi encontrado, a gente acredita que ele tentou sair, mas infelizmente não resistiu e caiu do lado de fora da guarita”, disse.

Revolta
Guardas municipais e uma equipe do Samu foram até o local na manhã deste sábado, mas o rapaz já tinha morrido. Carlos Teles Amorim era natural da Bahia, casado e pai de dois filhos, entre eles um bebê de seis meses. O primo da vítima esteve na Delegacia Seccional de Limeira, onde foi registrada a ocorrência, e afirnou que ainda não se conforma com o que aconteceu.

“A esposa dele ligava todos os dias para falar com ele. Ela colocava o bebê para ouvir a voz dele e desta vez não conseguiu. Estou muito chocado, é impossível entender o que aconteceu. Está muito difícil”, afirmou Luiz Carlos Almeida.

Fonte: G1

Jornal SEEVISSP

Informativo Segurança Privada – Outubro 2017

Edição
Download Todas edições
Sede
LARGO DO AROUCHE, 307
SÃO PAULO/SP CEP 01219-011
11 3363.3310
Subsede
RUA ANDRÉ LEÃO, 64 - BAIRRO SOCORRO
SÃO PAULO/SP - CEP 04762-030
11 5696.6083