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16 de julho de 2015

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Tecnologia de vigilância entrega imagens digitais com equipamento analógico

Antigamente, quem quisesse adquirir um sistema de vigilância em casa ou num estabelecimento tinha apenas duas opções: qualidade analógica ou digital. Essa situação ditava o processo de escolha de materiais e mão de obra, porque há uma estrutura e um treinamento específico para cada tipo de instalação. Além disso, havia apenas duas opções na hora de sacar o cartão de crédito: pagar pouco por uma tecnologia ultrapassada ou pagar muito pelas tecnologias de ponta.



Tudo isso mudou com a chegada de uma tecnologia chamada HDCVI (ou High Definition Composite Video Interface). Ela gera imagem de qualidade digital, mas é instalada como equipamento analógico, o que facilita e barateia todo o processo.



Cabos, acessórios e até o conhecimento técnico necessário são os mesmos de quando se utiliza sistemas analógicos. Isso significa que não é preciso trocar o cabeamento e nem fazer cursos que tratem especificamente sobre HDCVI.



Os investimentos recaem sobre os equipamentos de captação e gravação. A filmagem é feita por meio de equipamento específico, que entrega uma qualidade HD (720p) ou full HD (1080p). A Intelbras, que oferece essa solução, prevê a chegada também da tecnologia 4K – imagens de ultradefinição, em breve.

A solução é especialmente interessante para quem já tem câmeras de segurança analógicas instaladas, mas não está satisfeito com a qualidade das imagens. E há motivos de sobra para essa insatisfação.

Novo patamar

Quando falamos de câmeras de vigilância analógica, boa parte entrega resolução de 352 x 288 – um padrão que os técnicos chamam de CIF. O problema é que, com essa resolução, identificar rostos e, mais, placas de carro, é quase impossível – a menos que os objetos estejam relativamente próximos da câmera. Se estiverem distantes, não tem jeito, a imagem é bem ruim.

Para resolver o problema, só mesmo com câmeras digitais HD ou Full HD. Com esse tipo de equipamento, dá para identificar indivíduos mesmo em áreas amplas. A possibilidade de zoom digital das imagens gravadas é bastante grande. Isso explica porque nesse patamar de resolução é possível ler placas de automóveis, por exemplo.

As câmeras HD e Full HD são digitais e, até pouco tempo atrás só operavam em redes IP – usando cabos de rede de computadores para transmitir seu sinal – e, geralmente, conectadas a um roteador e a um equipamento ou software chamado NVR. Essa distribuição é completamente diferente do mundo analógico, onde as câmeras normalmente usam cabos coaxiais e recorrem a um DVR (Digital Video Recorder) para armazenar suas imagens. 



O padrão HDCVI combinou esses dois mundos, evitando a substituição de toda a infraestrutura na hora de melhorar as câmeras, substituindo as analógicas pelas digitais. 

Fonte: Olhar Digital – 16/07/2015
http://olhardigital.uol.com.br/solucoes_corporativas/noticia/tecnologia-de-vigilancia-entrega-imagens-digitais-com-equipamento-analogico/49765

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