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16 de maio de 2017

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Segurança em shoppings deve ser feita por vigilante, não por vigia e porteiro

Estudo realizado pelo SINDVIGRIO revelou um aumento nos ataques em shoppings no Rio de Janeiro

A contratação de profissionais desqualificados para prestar o serviço justifica o número crescente de ataques nestes estabelecimentos.

Segundo o Sindicato, vigias e porteiros são contratados no lugar dos vigilantes patrimoniais, os profissionais qualificados para prestar o serviço de segurança. “Esses trabalhadores (vigias e porteiros) que em geral usam terno e gravata, com um radiocomunicador, passam aos frequentadores uma falsa sensação de segurança, pois não estão habilitados para esta função”, informou o Sindicato.

É o caso, por exemplo, do WEST SHOPPING em Campo Grande, que possui apenas 15 vigilantes e o montante de 22 controladores de acesso. Há casos piores, como do AMÉRICA SHOPPING, onde há 5 vigilantes e 12 vigias e controladores de acesso.

A CONTRASP alerta que o feito coloca em risco a segurança de todos os envolvidos; o vigilante é profissional qualificado, que passou por curso de formação, além de reciclagens periódicas.
Apenas eles podem realizar funções de segurança privada com excelência.

A CONTRASP segue em apoio ao SINDVIGRIO.

Fonte: Bom Dia CONTRASP - 16/05/2017   - http://contrasp.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Bom-dia-Contrasp14.pdf

Jornal SEEVISSP

Informativo Segurança Privada – Outubro 2017

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