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28 de março de 2012

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PF fiscalizará presença de vigilantes nas agências

A Polícia Federal (PF) fará a fiscalização das agências bancárias que abrirem as portas sem a presença de pelo menos dois vigilantes, tanto na Capital quanto na Região Metropolitana de Porto Alegre. A garantia foi feita ontem pelo superintendente da PF, Rosalvo Ferreira Franco, durante reunião com as diretorias do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) e da Federação dos Trabalhadores em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi/RS), na sede da instituição, na avenida Ipiranga.

As entidades pediram mais fiscalização à Lei Federal nº 7.102/83, que determina o cumprimento do plano de segurança das agências bancárias. O presidente do SindBancários, Mauro Salles, ressaltou que o superintendente da PF se comprometeu em fiscalizar a presença de, no mínimo, dois vigilantes por acesso em cada agência. “Se isso não acontecer, os agentes federais poderão autuar ou fechar a agência”, destacou. Salles disse ainda que os funcionários e os clientes querem tranquilidade para trabalhar e isso somente pode acontecer com a presença dos vigilantes nas agências bancárias.

Na reunião ficou estabelecido um canal de comunicação com a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp) da Polícia Federal. O SindBancários fará as denúncias diretamente ao órgão, comandado pelo agente de polícia federal Anselmo Amorim Porto, que também participou do encontro. De acordo com a Delesp, na sexta-feira passada, foram feitas dez fiscalizações, mas nenhuma das agências visitadas na Capital estava descumprindo a lei.

O diretor da (Fetrafi/RS), Juberlei Bacelo, ressaltou que os bancários querem segurança para exercer a sua profissão. “Estamos correndo riscos sem a presença dos vigilantes nas agências. Alguns bancos não estão cumprindo à Lei”, acrescentou.

Na sexta-feira passada, o SindBancários obteve liminar que determina presença de contingente mínimo de vigilantes nos bancos Bradesco e Itaú para funcionamento. Com a greve dos trabalhadores da área da segurança privada, a entidade ingressou na Justiça pedindo que as agências somente abram suas portas ao público com o mínimo de 30% dos funcionários atuando, conforme previsto na legislação.

Na semana passada, segundo Bacelo, os dois bancos abriram sem o contingente mínimo ou, até mesmo, sem qualquer vigilante. A pena para desobediência é multa fixada com base no artigo 461 do Código de Processo Civil, equivalente a um dia de salário por empregado que ficar exposto à condição insegura pela inobservância do plano de segurança por dia de descumprimento.

Fonte: Jornal do Comércio

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