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17 de novembro de 2016

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‘Mandava me matar’, diz vigia agredido em roubo na Infraestrutura de Ribeirão

Oito homens armados invadiram secretaria e exigiram chaves de viaturas. Secretário nega falha, mas diz que é preciso contratar segurança armada

*Interior de São Paulo

Um dos seguranças que foi agredido durante o assalto à sede da Secretaria de Infraestrutura de Ribeirão Preto (SP) conta que os suspeitos agiram com violência e que não teve tempo de se defender, ao ser rendido pelo grupo armado.

A Polícia Civil investiga o caso, mas nenhum integrante da quadrilha foi preso ou identificado até esta quarta-feira (16). A Prefeitura informou que a Guarda Civil Municipal (GCM) está realizando a segurança da repartição pública.

“Nunca aconteceu uma coisas dessas comigo antes, em 24 anos de trabalho. Ddois caras me atacaram de uma vez. Dois me bateram e outro mandava para pegar uma pedra e me matar. Ele estava fora do ataque e falava: pega uma pedra e mata ele”, relembra Baltazar Miranda.
O servidor se recupera dos ferimentos na cabeça e no olho direito, e está afastado do trabalho. Miranda afirma que outros dois vigias também foram agredidos pelos homens, que exigiam as chaves das viaturas e a abertura dos escritórios.

“Deram uma gravata, me derrubaram no chão, me deram socos e pontapés no rosto e na cabeça. Já tinham dominado o vigia da guarita e estavam batendo em outro na parte de baixo, no refeitório. E também já tinham amarrado outro [funcionário] com fios”, afirma.
Segundo registro da Polícia Civil, oito homens armados com facas e revólver invadiram o prédio da Infraestrutura, no Jardim Paulistano, na madrugada de terça-feira (8). O grupo pulou a cerca de arame, que é eletrizada.
Após agredir os vigilantes, que não trabalham armados, os suspeitos fugiram levando documentos pessoais e celulares dos servidores, além de R$ 83 em dinheiro.

Segurança insuficiente
Apesar de negar uma suposta falha no sistema de segurança – a secretaria não possui câmeras, por exemplo –, o secretário de Infraestrutura, Osvaldo Braga, reconhece que é preciso contratar agentes armados para permanecer na sede da pasta, na Rua Patrocínio.

“O que realmente existe é a necessidade de se fazer um concurso ou terceirizar o serviço de vigilância armada porque, por ser um local muito grande, um local ermo, teria realmente a necessidade de vigilância armada, principalmente no período noturno”, afirma.
Braga se diz surpreso com a violência da ação, destacando que qualquer medida adotada teria sido insuficiente para evitar o assalto, tendo em vista o número de suspeitos. O secretário a GCM assumiu a segurança do prédio pelos próximos dias.

“Não foram um, dois, ou três assaltantes. Foram dez ou 11 pessoas. É difícil saber do que esse pessoal estava atrás realmente. O que nos causa surpresa é que a maioria estava armada. Por mais segurança que você tenha, impedir dez ou 11 pessoas armadas é difícil”, completa.

Fonte: matéria publicada no site G1 - 17-11-2016 - http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2016/11/mandava-me-matar-diz-vigia-agredido-em-roubo-na-infraestrutura-de-ribeirao.html

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