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3 de agosto de 2012

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Copa de 2014 vai integrar áreas de segurança das três esferas de Governo

Forças de segurança terão plataforma de compartilhamento de dados e protocolo de atuação conjunta

A Comissão de Segurança para Grandes Eventos – que reúne representantes municipais, estaduais e federais – começará a detalhar o Planejamento Estratégico para a Copa de 2014, elaborado pelo Ministério da Justiça, já no segundo semestre deste ano.

Esse detalhamento tático, definindo especificamente a atribuição de cada órgão e a integração entre todos os envolvidos, será o segundo passo para determinar o esquema de segurança para o mundial de futebol. Cumprida esta etapa, será definido, então, o planejamento operacional das forças de segurança.

A integração entre os órgãos de segurança nos três níveis de governo será um dos maiores legados que a Copa do Mundo deixará para o país, através do compartilhamento de informações, inclusive da Interpol.

– Uma das maiores carências do país é a falta de uma base de dados nacional. Por isso, talvez essa cultura de ação integrada e coordenada seja o maior legado – afirmou o subsecretário para Grandes Eventos, Roberto Alzir.

Através de uma lei sancionada pelo governador Sérgio Cabral, o Rio de Janeiro terá o Portal de Segurança: banco de dados com informações recolhidas pelas polícias Civil e Militar. Na plataforma, o policial terá acesso a detalhes como atestados de antecedentes, identificações civil e penitenciária, estatísticas de ocorrências policiais e o cadastro de mandados de prisão.

Nesse sentido, o Centro de Controle e Comando da Secretaria de Segurança terá papel fundamental. Lá, representantes de diferentes órgãos vão se reunir para gerenciar os recursos disponíveis. Estão previstos ainda um centro nacional, em Brasília, e um em cada cidade-sede. O Rio de Janeiro vai sediar ainda o Centro de Cooperação Internacional.

O policiamento interno do estádio do Maracanã ficará a cargo de uma empresa de segurança privada, como determina a Fifa. No entanto, os chamados “assistentes de ordem” vão interagir diretamente com as forças de segurança pública. Em caso de necessidade, as polícias podem intervir. Do lado de fora, serão estabelecidos perímetros de segurança para controlar a circulação de pessoas e garantir a ordem pública.

O estádio terá ainda brigadistas da iniciativa privada, mas o Corpo de Bombeiros vai colocar equipes dentro do estádio para gerenciar esses grupos. Equipes táticas também ficarão de prontidão próximo ao estádio para atender a população. As vias expressas e os locais de eventos festivos também contarão com os Grupos Táticos Avançados.

Rio, cidade segura

Os agentes de segurança estarão atentos a qualquer possibilidade que prejudique a ordem urbana: crimes comuns, confusões envolvendo torcedores violentos, ataques terroristas e cibernéticos, além da pirataria de produtos oficiais.

De Londres, onde estão sendo realizadas as Olimpíadas de 2012, o Rio de Janeiro deve importar técnicas de investigação sobre a venda de ingressos falsos.

Para Alzir, a realização bem-sucedida dos grandes eventos internacionais, a exemplo do que aconteceu com a Rio+20, consolidará a imagem positiva do Rio mundialmente, além de proporcionar um novo cenário da segurança para o cidadão.

– Todos os investimentos necessários estão sendo feitos. Essa será a oportunidade para o Rio de Janeiro reverter a imagem negativa que ainda carrega e que já não corresponde mais à realidade atual. Vamos apresentar um Rio mais pacífico e entregar outra polícia ao cidadão: mais profissional, motivada e capacitada – afirmou.

Governo do Estado do Rio de Janeiro

Fonte: O Fluminense

Jornal SEEVISSP

INFORMATIVO DA SEGURANÇA PRIVADA – JANEIRO/2020

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